04/06/2014
País economiza R$ 430 milhões por ano com uso do etanol em automóveis

O estudo constata que, no primeiro cenário, no qual os veículos usassem apenas gasolina, o número de internações por problemas respiratórios e cardiovasculares nos principais centros urbanos do País aumentaria em 9.247 e o de mortes, 1.384. No segundo cenário, com os carros circulando somente com gasolina acrescida de 25% de etanol anidro, esses números cairiam para 6.553 internações e 856 mortes. Já no terceiro cenário, mantendo-se o nível de participação do etanol na matriz de combustível em 2009, haveria uma redução de 505 internações e de 226 mortes por ano.





O professor analisa a proporção de etanol utilizada para quantificar os impactos no sistema de saúde, com custos relacionados à morbidade (internações hospitalares causadas por doenças respiratórias e cardiovasculares) e à mortalidade. A pesquisa levou em consideração dados de emissões nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Vitória, Salvador e Recife, que concentram mais de 50% da população brasileira.




O estudo foi apresentado em audiência pública nesta quarta-feira (28/5), na Câmara dos Deputados, em Brasília. A audiência é resultado da mobilização da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, que defende a adoção de medidas para a recuperação da chamada crise do etanol. A pesquisa completa está no site da Frente, também lançado oficialmente em Brasília.

 

Fonte: www.frentedoetanol.com.br - Assessoria de Comunicação, 28/5/14

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